ONU-Habitat diz que cidades precisam ser mais verdes

Em conferência em São Paulo para marcar o Ano Internacional da
Biodiversidade, chefe da agência promove 'ações ecologicamente
corretas'.

São Paulo
São Paulo
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*



O Centro da ONU de Assentamentos Humanos, ONU-Habitat, voltou a defender a promoção de cidades mais verdes.



A declaração foi feita pela chefe do ONU-Habitat no Brasil, Cecilia Martinez, durante uma conferência para
marcar o Ano Internacional da Biodiversidade, realizada, nesta
terça-feira, em São Paulo.


Questão Social

"Hoje se fala mais do que nunca na questão das cidades sustentáveis. Nós não podemos continuar com este
tipo de desenvolvimento. Temos que começar a mudar na questão da
economia, do emprego, do consumo. E pensar que cada ação que fazemos na
economia, na questão social temos que pensar mais em ações verdes",
disse.


Participaram do evento organizado pelo Instituto Humanitare e pelo Centro de Informação da ONU no Brasil,
Unic-Rio, especialistas em biodiversidade do governo brasileiro, das
Nações Unidas e do Banco Mundial.


O Ano Internacional da Biodiversidade, em 2010, foi aprovado pela Assembleia Geral para chamar
a atenção para a proteção da fauna e da flora e todo o mundo.


*Reportagem: Soloni Rampin e Valeria Schilling, Unic-Rio.

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Comentário de Paulo Raimundo Pereira Santos em 30 novembro 2010 às 23:03
Olá, Marina e todos conectados da TTB,

Repasso notícias que reforçam o conhecimento de Sustentabilidade ambiental.

INSTITUTO AKATU PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Notícias
11/11/2010

Jundiaí tira de circulação 22 milhões de sacolinhas plásticas por mês

Parceria entre a prefeitura e os supermercados representa diminuição de 80 toneladas de lixo
Sacolas_Plásticas

Carlos Minehira, da equipe Akatu

Nos supermercados de Jundiaí, no interior de São Paulo, a maioria dos clientes deixou de usar as sacolas de plástico para carregar as compras de supermercado em embalagens retornáveis, caixas de papelão ou sacola oxibiodegradáveis.

A mudança aconteceu após um acordo entre a prefeitura e os estabelecimentos para reduzir o uso das sacolas plásticas e oferecer alternativas aos clientes de como acomodar e transportar suas compras. Com isso, a Prefeitura de Jundiaí estima que 22 milhões de sacolinhas saíram de circulação, o que, ainda segundo a prefeitura, representa a diminuição de cerca de 80 toneladas de lixo por mês.

“Não é uma exigência, fizemos uma parceria com os donos de mercados e supermercados, que entenderam a emergência da questão”, diz o prefeito Miguel Haddad. O acordo vigora desde o mês de setembro.

Para que a ideia passasse a funcionar, uma campanha de conscientização foi iniciada em junho e os supermercados pararam de oferecer as sacolinhas convencionais, uniformizando a venda das retornáveis por R$ 1,85 e das oxibiodegradáveis por R$ 0,19 cada.

O diretor-presidente da rede Coopercica, Orlando Marciano, afirma que, em média, oferecia mensalmente um milhão de sacolinhas plásticas gratuitamente nas quatro lojas da rede em Jundiaí; com a mudança, esse número caiu para 60 mil saquinhos.

“A aceitação foi ótima. Alguém sempre reclamava, mas o desconforto foi só no começo. Hoje muita gente pegou o hábito e traz sua própria sacola retornável", reforça o prefeito.
Comentário de Paulo Raimundo Pereira Santos em 29 novembro 2010 às 22:50
Olá, Marina,

A Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana do planeta foi reflorestada por ordem de Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, nome completo do nosso Imperador Dom Pedro II (Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 — Paris, 5 de dezembro de 1891).
Pois não é que o nosso D. Pedro II foi um precursor do movimento cidades em Transição? E, olha que eu sou Republicano convicto!

Os membros do TTB podem saber tudo sobre esta visão de desenvolvimento sustentável de dom Pedro II, acessando o seguinte site:

http://www.iesambi.org.br/iesambi_arquivos/floresta_tijuca_agua.htm


"Reflorestamento da Floresta da Tijuca/RJ - século XIX

No século XIX começou a faltar água no Rio de Janeiro e as zonas de recarga dos aquíferos e nascentes que abasteciam a cidade tiveram de ser recuperadas com o plantio de árvores.

Segundo Armando Antônio de Brito Neto, "pela primeira vez - em toda a história da raça humana - promoveu-se a recuperação de uma área devastada pela ação do homem e que fora destruída, e isto ocorreu quatro anos antes que Haeckel viesse a criar o vocábulo ecologia".
Nessa época, a Tijuca ainda era um misto de zona rural, ocupada por uma população de hábitos urbanos que aos poucos ia transformando suas casas de campo em residências permanentes. No ano de 1812, embora continuasse como freguesia rural, ocorreu uma intensa ocupação da área e, a partir de 1818, o governo começou a tomar medidas para coibir o desmatamento, proibindo a derrubada da mata nos mananciais dos rios Paineiras e Carioca, medida que não teve os resultados esperados.
A grande seca de 1844 acelerou o processo e o restante da mata, ainda abundante nos morros, foi devastado para o plantio do café. Com os mananciais que abasteciam a Cidade seriamente ameaçados, a falta de água fez com que D. Pedro II determinasse o reflorestamento da área, empreitada iniciada em 1861 e conduzida sob a direção do Major Manuel Gomes Archer e do administrador Thomás Nogueira da Gama.
O Major Archer reflorestou as matas da região da Tijuca durante 13 anos, plantando cerca de 80 mil mudas de espécies variadas de árvores, nativas e exóticas.
Já Thomás Nogueira da Gama recuperou durante 25 anos as matas do Sumaré e das Paineiras, plantando mais de 20 mil mudas de árvores.

Até hoje a população do Rio de Janeiro é abastecida pela água dos mananciais recuperados e a Floresta da Tijuca tornou-se um dos principais pontos turísticos da cidade".

Fontes:

Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro - Tijuca

Brito Neto A.A. Floresta da Tijuca, a primeira restauração da natureza no mundo. 1990
Comentário de marina silveira em 29 novembro 2010 às 21:28
Oi, Paulo
Concordo com vc! sei que muitos moradores do Catangalo-Pavão-Pavaõzinho já estão sentindo a diferença. A qualidade de vida deverá melhorar. Sei também por relato de um morador que o "verde" está em falta. Que bom que isto ainda pode ser percebido, sinal de que pode ser mudado!
Comunidades em transição1
abs da Má
Comentário de Paulo Raimundo Pereira Santos em 29 novembro 2010 às 15:30
As diversas formas de violências transformaram os morros cariocas em áreas insustentáveis. A retomada destas áreas pelo Estado propicia condições favoráveis para torná-las sustentavelmente verdes, como no passado. Pensemos nos "MORROS EM TRANSIÇÃO"
Comentário de Paulo Raimundo Pereira Santos em 29 novembro 2010 às 15:27
Considero fundamental que seja aproveitada esta oportunidade da retomada de áreas em morros cariocas, pelo Estado, para replantar a vegeteção de Mata Atlântica. Basta procurar fotos desses morros há 50 anos atrás e comparar.

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